Portugal de Lés-a-Lés 2017

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abbocath
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por abbocath » 05 jul 2017 23:06

Mais um excelente passeio e uma excelente reportagem!
Rui Peixoto
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amandio
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por amandio » 13 jul 2017 11:25

Não diria melhor :D
Como já tinha dito antes, é um evento que está na minha lista... um dia....
Amândio de Aveiro
(da Madeira, que já esteve em Oeiras e agora em Oslo)
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JoseMorgado
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por JoseMorgado » 21 jul 2017 22:57

O 19º Lés-a-Lés, vivido por mim, e por mais uns amigos!!

Mais uma vez, o meu Grupo de Amigos do Lés-a-Lès, "tocou" a reunir, com algumas falhas, mas também, com algumas caras novas.

Para além dos "habituer's", de Lisboa, Setúbal, Palmela, Santarém e Londres, o André, já antigo nestas andanças, mas afastado há uns anos, veio, de propósito de Macau, para o Lés-a-Lés deste ano.

Estreantes foram, o Raúl Abraão, o Carlos Vieira, a Elisa, o Luís Delgado e a Paula, todos de Santarém.

Mas também o Mário Ferro, que vinha de Setúbal.

Eramos assim 16!!

Claro que nunca andámos sempre juntos pois, num evento como este, não é aconselhável que as motas andem em grupos muito grandes.

O ideal é andar em pequenos grupos de 4 ou 5 motas.

Íamos-nos encontrando ao longo do dia, e à noite, a reunião era mais ou menos certa, mas não obrigatória.

1ª Dia. Ida para Vila Pouca de Aguiar

À saída de Lisboa, eu, o Luís Laginha, o Mário Ferro, o João Rego, o Aníbal e a Elisabete, o Ricardo, o André e o Carlos Esperancinha.

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Eu levava uma "trouxa" suplementar, as más línguas diziam que eu tinha sido "expulso" de casa.

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Seguimos pela A1.

1ª Paragem. Santarém. Juntaram-se, o Ramiro, o Raúl, o Pedo Esperancinha, o Carlos Vieira e a Elisa e o Luís Delgado e a Paula.

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O André, que tinha chegado de Macau uns dias antes, levava a mota do irmão, o Tiago, que este ano não podia ir.

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O grupo estava completo.

Seguimos por estradas nacionais, passando por Alpiarça, Chamusca, Golegã, até ao Entroncamento.

Aí entrámos na A13, e fomos até Coimbra.

O objectivo era seguir pelo IP3, até Viseu.

À entrada de Coimbra tivemos um 1º contratempo.

A mota do Carlos Esperancinha furou.

Como eramos muitos, parte do grupo seguiu comigo pelo IP3, até ao Bar 21, que fica na estrada, antes da saída para Penacova, e os restantes ficaram a aguardar a assistência em viagem da mota do Carlos.

Felizmente, conseguiram descobrir uma casa de pneus perto, que mandou um funcionário, que colocou vários "tacos" no pneu.

Aqui, no Bar 21, à espera dos que tinham ficado em Coimbra.

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A novíssima R1200GS Rally que o João Rego levou.

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A GSA do Ricardo.

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A GS do Mário.

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A minha "trouxa", continuava a intrigar os meus amigos.

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Entretanto, os que tinham ficado em Coimbra chegaram, e rapidamente nos fizemos novamente à estrada.

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Continuámos pelo IP3, mas tivemos de parar na área de serviço da Santa Comba Dão.

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O pneu da GSA do Carlos Esperancinha voltou a ceder.

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A GSA do Raúl Abraão, não dava problemas.

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A minha RT, apesar do peso suplementar da "trouxa", também não.

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Como não havia muito mais a fazer ao pneu do Calos Esperancinha, telefonei para o Saraiva, da assistência a pneus do Lés-a-Lés, que ia a caminho de Vila Pouca de Aguiar, e garanti a colocação de um pneu novo lá, ao final do dia.

O Carlos, telefonou para a assistência em viagem e garantiu o transporte da mota para Vila Pouca de Aguiar.

Foi assim que ela foi para o início do Lés-a-Lés.

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Seguimos, com menos uma mota, o Carlos foi à boleia do Pedro, para o nosso destino, Vila Pouca de Aguiar.

O IP3 acabou em Viseu e nós entrámos na espectacular A23.

Tem subidas e descidas de altas montanhas, passagens em viadutos de grande envergadura, quer em extensão, quer em altura e, o mais espectacular, o serpentear, ao lado das vinhas e das quintas do Vinho do Porto, na zona do Alto Douro Vinhateiro, com uma passagem lindíssima do Rio Douro, junto à Régua.

Daqui não há fotos, mas é, indiscutivelmente, uma das AE's portuguesas, com percursos mais interessantes e vistas mais deslumbrantes, todas de tirar a respiração.

Foi assim que chegámos ao nosso destino, ao início da tarde.

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Mas não fomos os primeiros.

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Reparei entretanto que a viagem tinha provocado danos colaterais involuntários.

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O palanque para o dia seguinte, já estava a ser montado em frente à Câmara Municipal.

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Entretanto pelo caminho, o Ricardo levou o André, que não conhecia, à "Meta dos Xassos", perto de Santa Marta de Penaguião.

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Pelo caminho, as paisagens são sempre espectaculares.

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Como estava muito calor, perto dos 40 graus, seguimos para nossa base nesta zona, o excelente Pena Park Hotel, perto de Ribeira de Pena, a cerca de 20 km.

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É um hotel muito moderno, que até tem carregadores rápidos para as viaturas Tesla.

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Foi um alojamento que nos recebeu muito bem, com uma equipa muito simpática e profissional, sempre disponível para nos ajudar e para resolver todas as nossas solicitações.

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O grupo da JOMOTAS também estava no mesmo hotel.

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Depois de uns mergulhos na piscina e alguma confraternização no bar.

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Pegámos nas motas e fomos até ao restaurante Caneiro, no Arco de Baúlhe, pela lindíssima N206.

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O restaurante está muito bem situado e tem uma decoração moderna e muito acolhedora.

A comida, questão importante, é muito Boa.

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Foi um jantar muito "saboroso", em alegre confraternização até tarde.

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No final, ainda fomos encher os depósitos das motas e preparar o Road Book para o dia seguinte.

2º Dia. Verificações Técnicas e Documentais, e Passeio de Abertura - 94 km (Prólogo)

À saída do hotel, para mais um dia de "trabalho".

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As verificações técnicas e documentais este ano foram especialmente rápidas, ninguém precisou de esperar.

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O André, que tinha chegado de Macau poucos dias antes, ficou com o nº 729 mas, com um "Free Pass", podia acompanhar-nos sem restrições.

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O Carlos Esperancinha teve que montar o Road Book à pressa, pois o pneu da mota dele só ficou pronto em cima da hora da nossa saída.

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Entretanto, velhos amigos que se encontram.

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A minha RT, e a GTL do Laginha, prontas para a saída.

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E nós também.

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O Mário Ferro.

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O Raúl Abraão.

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O João Rego.

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O Ricardo Lanceiro.

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Enquanto não podíamos subir ao palanque, era grande a diversão.

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O João observava o Road Book.

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O Raúl dá mais uns passinhos.

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Mais um pouco de paciência.

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Aqui, quase a subir-mos ao Palanque.

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A equipa 119, eu e o Ramiro.

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A minha "amiga" do ano passado não apareceu, tive que arranjar outra.

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O Ramiro também fez o mesmo.

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À saída no Palanque.

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O André no palanque.

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Os Esperancinhas também no palanque.

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Por razões "legais", o Prólogo passou a chamar-se, "Passeio de Abertura".

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Este ano modernizei-me, e utilizei um odómetro mais moderno.

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Foi um percurso de 94 km, muito variado, à volta de Vila Pouca de Aguiar.

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Nas pacatas aldeias transmontanas, as motas causavam alguma admiração.

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O Raúl em desequilíbrio.

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Aqui na Lagoa do Alvão.

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O Ramiro.

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O Mário Ferro.

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Um animado grupo de motas suíças.

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A passagem pela ponte pedonal da Lagoa do Alvão, só possível às motas do Lés-a-Lés.

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Passámos nas Termas das Pedras Salgadas.

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Onde terminou o Lés-a-Lés do ano passado.

Portugal de Lés-a-Lés 2016

Aqui, o Centro Hípico das Pedras Salgadas.

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Uma paragem para almoçar.

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O Mário Ferro, um dos estreantes.

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O Carlos Esperancinha, mais contente, pois o problema do pneu já estava resolvido.

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Passagem pelas pedreiras da Capital do Granito

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No Centro Interpretativo das Tresminas, fizemos uma visita.

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O Carlos Vieira e a Elisa, uma dupla muito eficiente.

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O LaL tem motas de todos os tipos.

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Os espanhóis estavam presentes em grande número.

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Já de volta a Vila Pouca de Aguiar, o Luís viu este espectáculo estranho.

Alguém que tinha ido por gasolina acertou, "literalmente", na bomba que tinha escolhido.

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Entretanto, ficámos a aguardar pelo momento alto do final da tarde.

O Arrastão LaL, de um bloco de granito de 12 T.

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No final, o bloco de granito de 12 T, mais as "acompanhantes", deslizou com toda a facilidade, a grande velocidade, ao longo de +- 300 m, ligeiramente a subir, tudo muito fácil.

Foi a demonstração de que a "União Faz (realmente) a Força".

O jantar foi no hotel, em grande confraternização até às "tantas".

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3º Dia - 1ª Etapa - Vila Pouca de Aguiar, Fundão - 349 km

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Eram 6:33, a nossa hora de saída era às 6:39.

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O Road Book, sempre muito completo e detalhado.

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A 1ª paragem, alguns não tinham abastecido na noite anterior.

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Em Santa Marta de Penaguião tínhamos recepção, com pequeno almoço e rancho folclórico.

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Duas motas bem diferentes.

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Depois da descida até ao Douro, entrada na N222, considerada a Nacional mais bonita do Mundo para andar de carro.

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A subir para São João da Pesqueira. O Alto Douro Vinhateiro, sempre com vistas espectaculares.

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A paisagem típica, das vinhas em socalcos, que produzem as uvas do famoso Vinho do Porto.

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Tal como estava no Road Book.

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São João da Pesqueira recebeu-nos com uma visita ao Museu do Vinho.

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E controlo nº 4.

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O Ramiro, o Raúl e o Carlos.

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O João Rego e o Mário.

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As motas ficaram cá fora.

A imponente GTL do Luís Laginha.

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A GS do Mário.

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Esta curiosa Honda CTX 700 também andava no LaL.

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Uma passagem pela zona histórica de São João da Pesqueira.

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Aqui, já no alto de São Salvador do Mundo.

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O Raúl.

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Os irmãos Esperancinha, o Pedro e o Carlos.

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Com vista para o perigoso Cachão da Valeira onde, num naufrágio, morreu afogado o Barão de Forrester, dizem que com os bolsos cheios de moedas de ouro, a D. Antónia, salvou-se.

Agora, com a construção da Barragem da Valeira, acabou a perigosidade deste trecho do rio.

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A pequena Ermida.

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Com um curioso interior.

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Nova descida, desta vez para a antiga estação ferroviária da Ferradosa, com o Oasis da Antero.

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Mesmo a calhar, para refrescar dos 40 graus, às 9:45, que já se faziam sentir.

Aqui encontrámos duas Amigas em Ducati's Scrambler, que nos acompanharam durante uns km's.

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Mais uma vez, as paisagens eram deslumbrantes.

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Voltámos a subir, desta vez para a Aldeia de São Xisto.

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E para o Miradouro de Vargelas

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A GSA do Raúl.

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A Rally do João Rego.

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A GSA do Ramiro.

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A minha RT.

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Uma Ténéré.

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Uma Vespa.

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Próxima paragem, Vila Nova de Foz Côa.

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Com um lanche, fruta e bebidas frescas.

As autárquicas já estavam presentes em Foz Côa.

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Apanhámos novamente a N222 e seguimos para o Museu do Côa.

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O Mário em grande plano.

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O Rio Côa ainda corre livremente por baixo desta ponte.

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12:34, 37,5 graus.

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Sempre pela N222, com uns atalhos pelo meio, passámos por Castelo Melhor e fomos até Almendra, onde acaba esta belíssima estrada nacional.

Com o seu pelourinho e a estátua de D. Manuel I.

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Aquelas motas, que vinham da direita, andavam perdidas.

A imponente Igreja Matriz de Almendra, com 500 anos.

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Mais uma passagem pelo Rio Côa.

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O Mário, o fotografo sempre de "serviço".

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Na M607, que serpenteia pela Reserva Natural da Faia Brava.

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Mais um controlo, pelos Conquistadores, do Motoclube de Guimarães.

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Próximo destino, Pinhel.

Aqui, uma das duas torres de menagem, no alto do seu castelo.

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A 1200 GSA do Ricardo e a 1150 GSA do André, em formação.

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Com vista para o vale do Côa.

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Apesar das motas serem muitas, tudo estava muito bem organizado pelo MC Falcões da Estrada.

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Todo o percurso, pelas estreitas ruas medievais, estava muito bem delimitado, não dando hipóteses a enganos.

Um exemplo a seguir noutros locais.

Terminando no Largo da Câmara, com uma passagem pelos refrescantes repuxos.

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Aqui, o Município de Pinhel ofereceu a todos os participantes, alimentação e bebidas frescas.

Eu, e alguns dos meus amigos, estivemos com o próprio Presidente da Câmara, Rui Ventura que, na presença do MC Falcões da Estrada, convidou o BMW MC PT a comemorar o seu 27 aniversário, em 2018, no seu município.

Agradeci o convite e prometi novos contactos em breve.

Como o tempo era escasso, e ainda tínhamos de chegar ao Fundão, não nos demorámos.

Depois de Pinhel, como já estávamos com algum atraso, seguimos num ritmo mais acelerado, cumprindo ainda assim, todo o percurso e todos os postos de controlo.

Só parámos em Sortelha, para um lanche rápido.

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E mais um controlo, desta vez pelo Moto Clube do Porto.

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Foi assim que, no horário previsto, e com grande satisfação, chegámos ao Fundão.

Os primeiros, com algum avanço, e até antes da hora marcada foram, o Ricardo e o André.

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O Aníbal e a Elisabete.

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E o Carlos Vieira e a Elisa e o Luís Delgado e a Paula.

Os restantes chegaram um pouco depois.

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O Mário e o Luís, que ainda foi mudar o pneu traseiro da sua K1600 GTL Exclusive ao Saraiva.

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A animação sempre presente.

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A última página do Road Book do dia.

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Já em cima do palanque.

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Na chegada, algumas motas menos frequentes.

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Como tínhamos passado por temperaturas muito altas e ainda estava bastante calor.

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Depois de algumas bebidas frescas e alguma confraternização.

Seguimos para o hotel na Covilhã, a 20 km, para um merecido banho.

Eu fiquei em casa de família.

O jantar foi também na Covilhã.

4º Dia - 2ª Etapa - Fundão, Elvas - 318 km

Como a nossa hora de saída era às 6:39, a 20 km, no Fundão, estávamos antes das 6:00 à porta do hotel.

Felizmente, a minha casa era mesmo na porta ao lado do hotel.

Ainda era de noite e o Ramiro andava às "voltas" com o Road Book.

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A sua colocação no leitor, também estava a dar problemas, felizmente, teve a ajuda do João Rego, sempre atento e disponível.

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À hora marcada, estava tudo certo.

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O Aníbal e a Elisabete, uma Dupla muito Bem Afinada.

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O Raúl.

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O Mário.

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O Ricardo.

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E eu.

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No hotel, muitas eram as matrículas espanholas.

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À hora marcada, já estávamos depois do palanque.

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Para dar início à 2ª Etapa.

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Hoje não podíamos parar tantas vezes para tirar fotografias.

Depois de alguns km's por densas florestas de pinheiros e eucaliptos, passámos por Janeiro de Cima.

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Parámos em Oleiros para mais um controlo, e bordejámos o Rio Zêzere.

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Ainda era cedo, e o Sol andava baixo.

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O Zêzere, com a sua força, rasgou o granito, formando escarpas espectaculares.

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Aqui o Ramiro, o profissional das filmagens, a preparar a câmara.

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As aves andavam com azar, desta vez foi a mota do Ramiro a ter um "Encontro Imediato".

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Continuámos por estradas, rodeadas de densas florestas, até à Foz do Cobrão.

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O Pedro Esperancinha, sempre paciente e bem disposto.

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Dois dias depois, toda esta zona foi assolada por violentos incêndios, que causaram muitas mortes e grande destruição.

A Foz do Cobrão é a aldeia que fica lá ao fundo, onde nasceu o pintor, e escultor, Cargaleiro.

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Já lá estivemos com o BMW MC PT:

Passeio à Serra da Malcata

Onde eu comi um espectacular Barbo do rio Ocreza!!

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Agora, para além de ser cedo para almoçar, não havia tempo a perder.

Passámos depois por Vila Velha de Rodão e fomos até à zona ribeirinha do Tejo, onde estava o Oásis da Bomcar e da Via Verde.

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Com direito a farturas.

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E muita animação e fotografias com uma Vespa da Via Verde.

Estes nem tinham capacete, um perigo.

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Outros eram mais comedidos.

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O Ernesto Brochado, o mentor dos Lés-a-Lés desde sempre, andava mais ou menos ao nosso ritmo e também deu show na Vespa da Via Verde.

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Depois dos petiscos e das bebidas, saímos da Beira Baixa, e entrámos no Alentejo, passando o Tejo na zona das Portas de Rodão, para mais uma fotografia, tirada pelo Ricardo que, como ele dizia na altura, se ia juntar às dezenas que já ali tínhamos tirado.

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Mas local merece.

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Já no Alto Alentejo, passámos por Niza e Póvoa e Meadas, até chegarmos à Ermida de Nossa Senhora da Penha, para vermos Castelo de Vide ao longe.

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E a planície alentejana.

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Para tirarmos umas fotos.

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Com o calor que já estava, já só se conseguia parar à sombra.

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Fomos depois até ao centro de Castelo de Vide, onde estava o controlo nº 10.

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Feito também pelo Motoclube do Porto.

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E o Oásis da BP, bem aproveitado pelo André.

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Esta Honda GoldWing, já tinha estado ao mesmo tempo que nós num controlo, em Santa Marta de Penaguião.

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A Boa Disposição, apesar do muito calor, continuava em Alta.

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Lá seguimos nós para Sul, com as temperaturas a subir ainda mais, para lá dos 40 graus.

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Até ao controlo nº 11.

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Com um carro dos "Flinstones".

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E pinturas rupestres, perto de Esperança.

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A próxima paragem foi em Arronches, para mais umas águas frescas.

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O calor era tanto, quase sufocante, que foi impossível apreciarmos esta bela vila alentejana, pelo que seguimos rapidamente para Campo Maior, passando por Ouguela e Degolados.

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Aqui o Luís Delgado e a Paula.

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Entrámos num café com ar condicionado bastante forte e só de lá saímos, quando já estávamos mais fresquinhos.

Próxima paragem, Centro de Ciência do Café.

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Com as Boas Vindas da DELTA.

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Onde também estava o controlo nº 12.

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Cá fora havia uma agradável esplanada mas, como o calor era tanto, mesmo à sombra, não se aguentava ali muito tempo.

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So se conseguia estar, no ar condicionado do muito interessante Museu do Café, que visitámos demoradamente, pois estávamos adiantados.

Aqui, uma das primeiras carrinhas de distribuição de café da Delta.

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Quando tivemos permissão para seguir "viagem", passámos pelo meio dos extensos olivais da DELTA e pelo paredão da Barragem do Caia.

Sem nunca parar, pois o ar "queimava".

Quase a chegar a Elvas, passámos pelo Forte da Graça, com uma vista privilegiada sobre a cidade e as suas muralhas.

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Que fazem dela o maior aglomerado abaluartado da Península Ibérica.

E do seu aqueduto, que abasteceu a cidade de água no passado.

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Como quase não parámos, fomos dos primeiros a chegar ao palanque, juntamente com o Presidente da Federação e os seus convidados e, felizmente, havia chapéus de sol para nos fazerem sombra.

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Depois de estacionar-mos as motas junto da Igreja de N. Senhora da Assunção, ficámos nas esplanadas com os nossos amigos.

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Às 19:30, estavam 44 graus.

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Depois de irmos ao hotel tomar um banho.

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O jantar foi em Badajoz.

Durante a noite, a temperatura manteve-se a rondar os 40 graus, e passou uma trovoada fortíssima, com chuva e vento forte, com um raio a provocar um incêndio, numa zona de pasto próxima do hotel.

5º Dia - 3ª Etapa - Elvas, Faro - 403 km

Desta vez a saída só foi às 7:39.

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Muitos ainda estavam a domir.

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A 1ª paragem foi em Monsaraz, no Oásis Honda.

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Com o controlo nº 14 ao lado.

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Esta 50 c.c., tinha partido de Vila Pouca de Aguiar e já aqui andava.

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Mais um grupo de motas suíças. É o segundo que apanhávamos neste LaL.

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Uma das raras ocasiões em que o grupo de 2017 estava quase completo . Mesmo assim, ainda faltavam alguns.

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Bonitas vistas para o Grande Lago do Alqueva.

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Passagem pela Amareleja, onde alguns abasteceram as Motinhas.

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Eram 9:32, e já estavam 35 graus.

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Seguimos para Santo Aleixo da Restauração.

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Onde nos esperavam, porco assado no espeto e bebidas frescas.

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E as cegonhas observavam do alto dos seus ninhos.

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Próximo destino, Vila Verde de Ficalho, para mais uma paragem e mais um Oásis da Via Verde.

Aí, reencontrei o sócio do BMW MC PT, Arlindo, que nesta edição do LaL, fazia parte do staff da organização.

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Próxima paragem, Minas de São Domingos e a sua Praia Fluvial.

Oásis da Yamaha.

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E controlo nº 16.

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Que era dentro de água, para refrescar os pés.

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O André, com a muito "competente" e fiável, R 1150 GSA.

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Estas Vespas, uma com side-car, conduzida por um participante em cadeira de rodas, andavam mais ou menos ao nosso ritmo.

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E a 50 C.C., sempre presente.

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Mais umas rectas.

O Luís Laginha.

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O Mário Ferro.

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O Carlos Esperancinha.

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O Pedro Esperancinha.

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O João Rego.

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O André, com os Pais, o Aníbal e a Elisabete.

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E o Grande Operador de Imagem, Raúl Abraão.

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O Ramiro, comigo a espreitar.

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E eu próprio.

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E o próximo destino de passagem no Road Rook, era Mértola.

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Alguns pararam para abastecer de gasolina, pois, por aqui, as bombas de gasolina são raras.

Depois de Mértola entrámos no Algarve.

Próxima paragem, Alcoutim, com controlo.

Bonita vila ribeirinha e fronteiriça.

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No cimo da fortaleza, a Bandeira Nacional, do outro lado do Guadiana é Espanha.

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Aqui, para além das marcas do calor, nas caras do grupo já estava patente o cansaço acumulado dos últimos dias.

Umas bebidas geladas, para refrescar, ajudaram a ganhar algumas energias.

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Seguimos pela marginal do Rio Guadiana até Guerreiros do Rio.

Aqui, apanhei um dos maiores sustos da minha vida.

À saída de uma curva, com um traço contínuo bem desenhado, apanhei uma ambulância totalmente fora de mão, o que me obrigou, numa manobra de recurso, a sair da estrada e a entrar dentro de uma valeta.

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Felizmente que ia devagar e consegui parar sem muitos estragos.

Depois disso, os meus amigos puxaram a minha mota de volta para a estrada e trataram de encaixar as peças que se tinham soltado.

Foi tudo muito rápido e eficiente.

Guerreiros do Rio apareceu logo de seguida, onde voltámos a subir em direcção às serras.

As estradas pelas cristas das serras eram espectaculares, e avistámos, lá bem ao longe, e pela 1ª vez neste Lés-a-Lés, o Oceano Atlântico, que aqui banha a Costa Algarvia.

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Com direito a uma rápida paragem.

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Como estávamos com "pressa", seguimos rápido por uma serras, onde algumas estradas tinham aluído e desaparecido.

Ao passarmos a Ribeira de Alportel, ainda tentámos manter a tradição, fazendo a sua travessia a vau.

Mas tal não foi possível.

Ela estava completamente seca.

Mais umas montanhas e mais umas curvas, e chegámos ao Palácio de Estói.

A temperatura já era mais fresca, e Faro já se anunciava nas placas.

Mais um bocadinho, com uma passagem pelo Monumento ao Motociclista e pela sede do Moto Clube de Faro e, finalmente, entrámos pela Vila Adentro, a zona mais bonita de Faro.

Passagem pela Sé Catedral, Câmara Municipal e Porta da Vila, onde estava o controlo nº 18, o Último!!

Desembocámos então no Jardim Manuel Bívar, tal como estava na última página do Road Book, para a Consagração Final!!

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Tínhamos percorrido os 1.164 km, sem contar com os enganos, do Road Book do 19º Portugal de Lés-a-Lés, desde Vila Pouca de Aguiar até aqui, Faro.

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Estava na hora da Festa!!

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Aqui, alguns regressaram logo a casa, outros, como eu, fomos para os diversos alojamentos que tínhamos à nossa espera no Algarve.

Muitos foram para Vilamoura, onde têm casas de férias.

Este era o ambiente num dos hotéis, com um Elvis, que tinha saído directamente do túmulo.

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6º Dia - Regresso a Casa!

Depois de tantos dias Bem Passados, estava na hora de voltar a casa.

O sentimento era de pena, por já ter acabado este "Passeio", mas de satisfação, pelos Muitos e Bons Quilómetros que tínhamos feito em conjunto, pelos óptimos momentos que tínhamos passado juntos e por termos atingindo, com sucesso, todos os objectivos da "Prova".

O "regresso" foi feito de maneira diversa.

Uns ficaram de férias pelo Algarve com a família.

Outros seguiram pelo caminho mais curto até Palmela e Santarém, com paragem em Alcácer para almoçar.

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Outros, que ainda não estavam contentes, com os km's que já tinham feito nos últimos dias, aproveitaram o evento do BMW MC PT, Passeio a Barrancos, para demorarem mais algum tempo a chegar a casa.

Eu, o João Rego, o Aníbal, a Elisabete e o André, fomos assim almoçar a Barrancos, para nos encontrarmos com os sócios do Clube, que andavam a passear por aquela zona raiana do Alentejo.

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No dia anterior já lá tínhamos passado, e tínhamos apanhado as temperaturas mais altas deste Lés-a-Lés, com muitas zonas a 47 graus.

Naquele dia, já só estavam 45....

Depois do óptimo almoço, com boa comida e melhor ambiente, sempre muito fresquinho, entrámos em Espanha e seguimos, por estradas de montanha, até à famosa N-433, que vem de Madrid.

Aí seguimos para Rosal de la Frontera, onde pusemos gasolina na nossa Galp.

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A preços muito mais simpáticos que em Portugal.

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A minha Grande Companheira destas andanças, a RT Adventure, sempre em forma,

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Uma foto final de grupo.

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Daqui, seguimos para Beja e depois ainda fizemos uma pequena paragem em Canhestros, de onde seguimos, finalmente, para casa.

Quando cheguei a casa, tinha feito 2.430 km, em 6 dias, por muitos locais lindíssimos, completamente desconhecidos, para mim, até então!!

Para o ano há mais!!!

A minha previsão, é que o 20º Portugal de Lés-a-Lés se realize de 30 de Maio a 2 de Junho, vamos ver!!
José Morgado
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luiz silva
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por luiz silva » 22 jul 2017 14:20

Mais uma beleza de reportagem do Lés-a-Lés by Jose Morgado!!

Bom, mas muito bom mesmo!!

Abçs
Luiz

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odraciR
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por odraciR » 23 jul 2017 14:51

Excelente reportagem Ze!!

Muito Obrigado.

Ricardo
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"Estou convencido que cada Motociclista precisa, pelo menos, de 3 Motos diferentes, para os seus tipos de condução preferidos. Ou talvez 5..." - David Robb (Designer BMW)

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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por amandio » 24 jul 2017 07:56

Fantástico!

E ainda bem que aquele susto não foi mais do que apenas um susto. :D
As consequências poderiam ser bem piores e teres de apanhar boleia na mesma ambulância :roll:
Amândio de Aveiro
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por JoseMorgado » 24 jul 2017 12:54

Realmente, de cada vez que penso no assunto, fico assustado com as consequências que isto poderia ter tido.

Na mesma ambulância não poderia ter ido pois, depois do susto que o condutor da mesma também deve ter apanhado, não parou, e seguiu viagem, sem qualquer contemplação....
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luiz silva
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por luiz silva » 24 jul 2017 15:40

Que grande susto o amigo José Morgado deve ter passado...daí a importância de estarmos sempre usando equipamento de segurança de boa qualidade.

Imagino que com a experiência do José Morgado, dificilmente se envolverá em algum acidente que seja causador, além do que pode até evita-lo, o que aconteceu, mas o imprevisto não quer saber de quem é a culpa e acontece em fração de segundo.

No verão ficamos tentados a deixar o equipamento de lado, mas o risco é grande...não vale a pena.

Abçs
Luiz

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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por amandio » 24 jul 2017 21:02

luiz silva Escreveu:No verão ficamos tentados a deixar o equipamento de lado, mas o risco é grande...não vale a pena.
A malta das RRRRR's (como custumamos chamar aos aceleras de 600R, 900RR, CBR, GXR, R6, R1, e outros que tais) que passam por nós na autoestrada a tal velocidade que nem percebes que raio passou por ti, arriscam-se a andar de t-shirt e ganga ou mesmo de calções.

Felizmente as mentalidades/consciências estão a mudar e cada vez mais se malta totalmente equipadada mesmo no verão.
Amândio de Aveiro
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Re: Portugal de Lés-a-Lés 2017

Mensagem por abbocath » 08 ago 2017 11:08

luiz silva Escreveu:Mais uma beleza de reportagem do Lés-a-Lés by Jose Morgado!!

Bom, mas muito bom mesmo!!

Abçs
Luiz

Completamente de acordo!

Zé grande susto, mas espero que sem danos físicos!

E ainda dizem que o pessoal das motas não tem juízo a conduzir! :roll:
Rui Peixoto
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